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Aqui não se fala dos conceitos de Lacan e a palavra lugar deve ser pensada em sua definição matemática

A política externa brasileira

Moniz Bandeira deu uma entrevista à Agência Informes, que fornece notícias ao PT, notícias essas relacionadas na origem ao PT. Assim, peguei um atalho e fui direto à pagina do Partido dos Trabalhadores.
Tenho alguns livros de Moniz Bandeira, dentre eles um escrito em 1973 - “Presença dos Estados Unidos no Brasil”. Naquela época o historiador tinha outros amigos. Mas isso não quer dizer muito; Amaral Neto, o grande companheiro de Carlos Lacerda em determinada época tornou-se seu ferrenho adversário. Isso é da vida. O amigo de hoje será o inimigo de amanhã. O xingado sarneysista de ontem será o amantíssimo lulista na república dos companheiros.

De vez em quando eu vou meter minha humilde colher, em azul, sempre que achar que a maionese desanda.

O cientista político, historiador e professor emérito da Universidade de Brasília, Luiz Alberto Moniz Bandeira, 71 anos, um dos maiores especialistas brasileiros na área internacional, elogiou nesta segunda-feira (24) a política externa que vem sendo implementada pelo governo Lula. Segundo ele, o Brasil adquiriu muito “maior visibilidade” externa. “O Brasil ampliou e diversificou mercados, aumentando as vendas para novos parceiros, e também criou mecanismos de cooperação com diferentes países”, disse Moniz Bandeira em entrevista à Agência Informes.

Bush, recentemente, visitou a Austrália e falou da importante presença dos soldados austríacos no Iraque. Ronaldo Reagan, na década de 80, em visita ao Brasil, propôs um brinde ao povo da Bolívia e o Lula, em visita à Venezuela, saudou os homens e mulheres da Bolívia, sem contar que no continente africano ele falou que a Namíbia era limpa e nem parecia África. Qual o problema em se dizer que a capital do Brasil é Buenos Aires?

Para o cientista político, a política externa brasileira tem defendido o interesse nacional, nas tratativas com os EUA e outros países. “É bem diferente, se compararmos com um chanceler que tirou os sapatos para entrar num aeroporto dos EUA”, disse Moniz Bandeira, numa referência ao ex-chanceler Celso Lafer, que ocupou a chefia do Itamaraty nos últimos anos do governo FHC.
Hoje, a política externa brasileira é altiva e independente e não aceitaria tal pressão”, disse Moniz Bandeira.

Então o Brasil foi para o Haiti por livre e expontânea pressão!?

Moniz também defendeu os esforços que a diplomacia brasileira tem empreendido para fortalecer o Mercosul, incluindo a Venezuela como sócio pleno do bloco. “É importante o ingresso da Venezuela no Mercosul, bem como da Bolívia, futuramente. O professor lembrou que, historicamente, o Brasil sempre esteve mais voltado para os países da bacia do Prata, mas agora redireciona sua política para uma integração mais forte com os vizinhos, entre os quais a Venezuela.

Moniz Bandeira mora na Alemanha e parece desconhecer que o Congresso é quem vai decidir quem entra ou não no Mercosul. E o Chavez está se esforçando ao máximo para ser barrado no baile.

Moniz Bandeira assinalou que tem observado uma maior projeção do Brasil no cenário mundial. “Mas este fato, infelizmente, é pouco observado pela mídia brasileira”. “Os nossos jornais, porém, são muito deficientes, hoje, em termos de informação, não sei se é por causa de alguma crise financeira”, assinalou Moniz Bandeira. “
Dispensam os bons jornalistas, contratam novatos em formação, diferentemente da Alemanha, onde redator de política tem doutorado. No Brasil raramente se tem formação”.

Sr. Moniz Bandeira, aqui no Brasil nem presidente da Nação precisa ter instrução e cultura.

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